Instituição

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Foi a 21 de março de 1990 que um grupo insigne de homens e mulheres participou no ato oficial da sua fundação. Perante o notário, assumiram-se como sócios fundadores e constituíram legalmente a Associação de Solidariedade Social de Nespereira com a missão clara de trabalhar social e solidariamente em benefício da comunidade.

A sua concretização começou muito antes da sua oficialização. O que começou por ser um sonho surgiu entre os membros da Junta de Freguesia, que, entre 1982-1993, dirigiram Nespereira: Manuel Ribeiro da Mota Morais (Presidente), Belmiro Oliveira Barbosa (secretário) e José Nunes (Tesoureiro). A sua materialização começou a 25 de novembro 1989, quando um conjunto de pessoas, apoiado pelo executivo autárquico, constituiu a “comissão de obras” presidida por Júlio Correia Barbosa. Deu-se, assim, o passo inicial para o desenvolvimento de um conjunto de ações conducentes à execução do projeto, nomeadamente contactos com a Segurança Social, preparação dos Estatutos e composição de uma “comissão instaladora”, que seria presidida por Paulo Martins Moreira. O ânimo generalizado estava estabelecido entre os sócios. Reflexo disso foi a realização de diversas atividades, sobretudo cortejos de oferendas, para a angariação de receitas a aplicar na construção do edifício para a instituição. O resultado destas iniciativas e a contribuição da autarquia permitiram que, em março de 1992, se iniciassem as obras nos terrenos que Justino Mendes Gonçalves (Casa de Soutelo), Manuel Ribeiro da Mota (Corredoura de Baixo) e Francisco Coelho Vieira (Casa da Poupa) doaram à instituição.

Entretanto, frustravam-se sucessivas tentativas para se conseguir o apoio financeiro do Estado. Em 1994, o desalento foi tomando conta dos corpos gerentes, ainda em “comissão de instalação”, e isso refletiu-se na estagnação das obras e no esmorecimento das iniciativas. Era necessário um novo fôlego impulsionador que fosse capaz de concluir o que tinha sido iniciado. A 14 de fevereiro de 1997, os associados José Nunes e Luís Chamusca tomam a iniciativa de convocar todos os sócios para debater o futuro da Instituição, nomeadamente a necessidade de se constituírem os órgãos sociais como estipulavam os estatutos de modo a que se garantisse maior comprometimento das estruturas diretivas. Nesta assembleia foi, então, eleita uma lista de sócios que se propôs liderar os destinos da Associação no triénio 1997-1999. A 7 de março, efetuou-se a assembleia geral destinada à tomada de posse, sendo investido na presidência da Direção, por consensual unanimidade, José Nunes.

Empossados das suas funções, os novos corpos gerentes assumiram a iniciativa de retomar contactos com as autoridades governamentais com o intuito de obter comparticipação oficial para a conclusão das obras. Num esforço coletivo que contou com a colaboração da Câmara Municipal de Lousada, do Centro Distrital da Segurança Social do Porto e do Secretário de Estado da Inserção Social, em abril de 1998, conseguiu-se finalmente comparticipação necessária no valor de 14.000 contos. Com este apoio financeiro, em maio de 1999, as obras ficaram concluídas e as instalações dotadas do equipamento necessário para que a valência da Creche pudesse entrar em funcionamento no início do ano letivo. Para isso, em agosto de 1999 foi celebrado o acordo de cooperação com a Segurança Social. A persecução dos objetivos estava, assim, no bom caminho, tanto mais que se previa para breve a assinatura dos acordos de cooperação para o Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário.

Findava com grande êxito o mandato dos corpos sociais eleitos em 1997. Apesar do sucesso da instituição, surgiram dificuldades em congregar disponibilidades para a organização de uma nova lista para os corpos sociais. Realizaram-se três assembleias gerais (dezembro de 1999, janeiro e fevereiro de 2000) sem que se formasse qualquer lista para dirigir a Associação. Em março, após este impasse diretivo, José Nunes, com algumas alterações nos corpos gerentes, continuou a assumir a Direção da Associação. De facto, era importante que não esmorecesse a vitalidade dirigente num momento em que a Instituição estava a dar os primeiros passos na sua atividade social. Aliás, nesse mesmo mês, a Instituição obteve a realização do acordo de cooperação para o Centro de Dia e em julho foi realizado o acordo para o Serviço de Apoio Domiciliário. Em 2000, a Associação estava, assim, em plena atividade, funcionando com as três valências que a tornaram uma instituição de referência no setor social no concelho de Lousada.

Missão:

A missão da Associação de Solidariedade Social de Nespereira prende-se com a prestação um serviço de qualidade, excelência e uma abordagem centrada no indivíduo, garantindo o acesso ao exercício da cidadania, trabalhando em parceria, para a promoção da melhoria da qualidade de vida dos nossos clientes.

 

Visão:

A Associação de Solidariedade Social de Nespereira visa o reconhecimento em termos de qualidade da sua intervenção.

Pretende prestar um serviço cada vez mais qualificado e certificado na sua intervenção e Respostas Sociais, baseando a sua ação na melhoria contínua das suas práticas, tendo sempre em linha de conta a satisfação das necessidades dos clientes e família.

 

Valores:

Solidariedade – Acolher com carácter solidário todos os que recorrem aos nossos serviços, respondendo às suas necessidades e especificidades.

Respeito pelos Direitos Humanos/Ética – Respeitar a condição e características de todos os que apoiamos e daqueles que connosco colaboram.

Confiança – Criar um ambiente de confiança mútua, entre nós e os que nos apoiam, inspirando-nos na partilha e respeito pelas especificidades de cada um.

O Profissionalismo e o Rigor – desempenhar o trabalho com dignidade, justiça e responsabilidade, realçando valores como a dignidade, justiça e responsabilidade.

Promover o bem-estar – físico, psíquico e social.

Cooperação – envolver clientes, colaboradores, famílias e parceiros na nossa missão.

Inclusão – promover o exercício da cidadania e oportunidades de acesso a bens e serviços.

Assembleia Geral:

Presidente: Paulo Sérgio Lopes Monteiro

Primeiro secretário: Maria do Céu Vieira da Rocha

Segundo secretário: Joana Catarina Alves Peixoto de Magalhães

 

Direção:

Presidente: Pedro Joaquim da Cunha Magalhães

Vice-presidente: Agostinho Moreira Peixoto de Magalhães

Secretário: José Nunes

Tesoureiro: Carla Margarida Gonçalves Lança

Vogal: António José Regadas Soares

Primeiro suplente: Tânia Isabel Vieira Rocha

Segundo suplente: Leonel Agostinho Martins Teixeira

Terceiro suplente: Joaquim José Dias de Magalhães

Quarto suplente: António Agostinho Pinto Teixeira

Quinto suplente: Andreia Patrícia Nunes Pacheco

 

Conselho Fiscal:

Presidente: Glória do Rosário da Silva Magalhães

Primeiro vogal: Zita Manuela Soares Marques Leal

Segundo vogal: José Filipe Soares Pacheco

Primeiro suplente: José Luís Leal Ribeiro

Segundo suplente: Maria de Fátima Oliveira Nunes Teixeira

Terceiro suplente: José Manuel da Silva Coelho Martins

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